Usado desde o Antigo Egipto na composição de remédios, o alho tem vindo a despertar o interesse de muitos investigadores pelas suas inúmeras propriedades terapêuticas
Mas o valor do alho não é apenas gastronómico nem tão-pouco afugentador de vampiros e outras criaturas bestiais pertencentes aos reinos do imaginário. Desde há muitos séculos que o alho é usado pelas suas propriedades medicinais. Já assim era no Antigo Egipto aonde entrava na composição de vários remédios. Há um provérbio que diz que “alho e limão são meio cirurgião”. Ou seja: quem usar frequentemente o alho na sua alimentação ou como remédio natural tem um aliado natural para ajudar na prevenção dum vasto conjunto de maleitas.
Por norma usa-se terapeuticamente o alho como um auxiliar no combate à hipertensão arterial, bem como para reduzir o colesterol e na prevenção da aterosclerose. Também desde sempre se tem usado o alho no combate a infecções como a gripe e resfriados. Outro uso do alho é na prevenção dos cancros da próstata e da mama. E a lista das doenças para as quais o alho tem sido indicado são mais do que muitas. Aliás nos últimos anos as aplicações terapêuticas do alho têm sido estudas em muitos países e com resultados muito promissores, inclusivamente um estudo feito na China demonstra que o alho até ajuda a evitar a degeneração dos lobos frontais do cérebro.
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