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Dieta Mediterrânea atrasa eritema cutâneo e protege contra cancro de pele

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Destaque de 25 de Agosto de 2010

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, demonstra que uma dieta rica em antioxidantes e ácidos graxos (ómega-3), muito comum na cozinha Mediterrânea, pode ajudar a proteger contra o cancro da pele. A pesquisa, publicada pela revista Nutrition Reviews, foi conduzida pela médica Niva Shapira e sugere uma maneira saudável de aproveitar o sol com base nos cuidados com a alimentação. Segundo a investigadora, os raios do sol prejudicam a pele e o sistema imunológico, penetrando no tecido e fazendo a foto-oxidação que afecta tanto as células em si, quanto a capacidade do corpo para reparar qualquer dano. Shapira recomenda "tornar-se grego", com alimentos como o azeite, peixe, iogurte e frutas e legumes coloridos para combater os efeitos oxidantes do sol, bem como aplicações regulares de protetor solar e revestimentos corporais adequados, como chapéus. Pesquisas anteriores demonstraram que os raios ultravioleta (UV) do sol danificam a pele, excitando as moléculas e levando-as a oxidar. Para o estudo foram analizados dois grupos de pacientes. Ao primeiro foi fornecida uma bebida rica em antioxidantes, enquanto os outros consumiram bebidas comuns, como refrigerantes. Aqueles que ingeriram bebida rica em antioxidantes apresentaram uma redução de 50% nos produtos da oxidação no sangue ao final de duas semanas, que incluía de cinco a seis horas de exposição diária ao sol. Para a investigadora "os alimentos, graças às suas vitaminas, antioxidantes e vários ingredients bioactivos, fornecem os mecanismos naturais de proteção do corpo". Pode parecer tentador buscar os complementos alimentares, em vez de mudar a dieta. Flávio Matta

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