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Um Inverno sem medo das gripes e constipações

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echinacea purpureaA equinacea é o fitoterapêutico mais usado no Mundo Ocidental pelas suas propriedades autoestimulantes e por ajudar a prevenir as doenças respiratórias

A equinacea é uma planta nativa do continente americano, mais concretamente das pradarias da América do Norte e tornou-se conhecida dos europeus nos finais do século XVI. Trata-se duma planta herbácea de cor púrpura e de folhas rosadas. A sua colheita faz-se na Primavera e no Outono.
Os índios norte-americanos foram precursores no uso desta planta por causa das suas propriedades imunoestimulantes que reforçam as defesas do organismo. Na sua composição, realçam-se vários polissacarídeos, flavonóides e óleos essenciais que fazem com que esta planta detenha capacidades anti-virais e estimulantes. Desde sempre foi usada para prevenção de problemas respiratórios (constipações, gripes, faringites, rinites e sinusites).
De acordo com uma investigação efectuada por investigadores de Farmácia na Universidade do Connecticut - nos EUA -  a equinacea pode proteger-nos das gripes e constipações.  Ainda segundo esse estudo, publicado na revista científica “The Lancet Infectious Diseases”, a toma de equinacea pode fazer diminuir em quatro dias a duração duma gripe ou constipação.  
Aliás, refira-se que na Europa e nos Estados Unidos a equinacea é o fitoterapêutico mais  usado. É, pois, um fitoterapêutico ideal para o Outono/Inverno, estações em que gripes e constipações mais atacam, causando muitas vezes grandes problemas, obrigando, inclusivamente, muitas vezes as pessoas a caírem de cama durante alguns dias, com todos os transtornos pessoais, sociais e profissionais daí decorrentes.
Por norma as gripes e constipações não são doenças perigosas, ainda que muito incómodas. Só se tornam perigosas em organismos debilitados pois podem originar doenças respiratórias muito graves como pneumonias e bronquites devido à acção potenciadora que o vírus da gripe tem na acção das bactérias patogénicas responsáveis por estas doenças tão perigosas.
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Alho um "amigo" à mesa e na saúde

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garlicUsado desde o Antigo Egipto na composição de remédios, o alho tem vindo a despertar o interesse de muitos investigadores pelas suas inúmeras propriedades terapêuticas

Já se sabe que o alho é omnipresente na alimentação mediterrânica. Não há cozinha madeirense e portuguesa que não tenha, na despensa, os populares dentes de alho para temperar a nossa comida. O alho é até ingrediente fundamental para o prato típico do Dia de Natal na nossa Região. Falamos da Carne de Vinho e Alhos (Carne Vinha d’Alhos). Enquanto alimento, o alho contém enzimas, vitamina B,  vitamina A, vitamina B1 (tiamina), vitamina B2 (riboflavina), vitamina B6 e vitamina C, sendo ainda uma boa fonte de antioxidantes e minerais como cálcio, ferro, manganês, cobre, fósforo, potássio e selênio.
Mas o valor do alho não é apenas gastronómico nem tão-pouco afugentador de vampiros e outras criaturas bestiais pertencentes aos reinos do imaginário. Desde há muitos séculos que o alho é usado pelas suas propriedades medicinais. Já assim era no Antigo Egipto aonde entrava na composição de vários remédios. Há um provérbio que diz que “alho e limão são meio cirurgião”. Ou seja: quem usar frequentemente o alho na sua alimentação ou como remédio natural tem um aliado natural para ajudar na prevenção dum vasto conjunto de maleitas.
Por norma usa-se terapeuticamente o alho como um auxiliar no combate à hipertensão arterial, bem como para reduzir o colesterol e na prevenção da aterosclerose. Também desde sempre se tem usado o alho no combate a infecções como a gripe e resfriados. Outro uso do alho é na prevenção dos cancros da próstata e da mama. E a lista das doenças para as quais o alho tem sido indicado são mais do que muitas. Aliás nos últimos anos as aplicações terapêuticas do alho têm sido estudas em muitos países e com resultados muito promissores, inclusivamente um estudo feito na China demonstra que o alho até ajuda a evitar a degeneração dos lobos frontais do cérebro.
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Terapias naturais contra a ansiedade

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anti depressantsO uso e abuso de ansiolíticos aumenta em 36% a mortalidade dos seus consumidores mas há terapias naturais que ajudam a combater a ansiedade e a dormir melhor

Cedo deitar e cedo erguer dá saúde e faz crescer. O provérbio é antigo e o bom senso diz que sim, que é bem verdade que quem dorme bem tem por norma mais e melhor saúde. Mas nem sempre se consegue dormir bem especialmente com a vida agitada que quase todos levamos e mais ainda nesta época em que a palavra crise entrou no nosso dia-a-dia e tantas angústias causa levando até a perder o sono.
Segundo diversas notícias publicadas nos últimos anos os portugueses recorrem em demasia a ansiolíticos e anti-depressivos, situação que já preocupa os responsáveis nacionais na área da saúde. Ainda no ano passado a Alta Comissária para a Saúde, Maria do Céu Machado, referiu-se publicamente a esta triste realidade quando abordou os resultados da implementação do Plano Nacional de Saúde.   
Para se ter uma ideia do gasto anual dos portugueses neste tipo de medicação, saliente-se que, em 2007, os portugueses gastaram, em sedativos, hipnóticos e ansiolíticos, cerca de 80 milhões de euros.
Esta prática de, por tudo e por nada,  recorrer aos ansiolíticos pode ter efeitos muito nefastos na saúde. Um estudo publicado este ano pelo Jornal Canadiano de Psiquiatria alerta que o uso e abuso deste tipo de medicação faz aumentar em 36% o risco de mortalidade nos seus consumidores.
Mas para quem tem problemas de sono e ansiedade há um conjunto de terapias naturais alternativas que muito podem ajudar a minorar os problemas. A fitoterapia, através de produtos naturais, à base de valeriana, espinheiro-alvar e passiflora, quer tomadas em cápsulas, quer em infusões, são uma das hipóteses.
Outra terapia natural passa pelas essências florais. A lavanda é a essência natural mais recomendada para ajudar quem sofre de insónia e pode ser utilizada em óleos, perfumes, e produtos de banho. A estas duas possibilidades, junta-se ainda a acupunctura, as massagens e a reflexologia.
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